Um alentejano dirige-se a uma farmácia e pede um saco de água quente.
O farmacêutico informou-o que de momento esse artigo estava esgotado e perguntou
para que efeito era o dito cujo.
Tendo o compadre respondido que era para aquecer os pés nas noites frias, o
farmacêutico aconselhou um gato aos pés da cama, que não era a mesma coisa, mas
sempre ajudava.
Na manhã seguinte volta o alentejano à farmácia completamente arranhado, mãos,
braços e cara num estado deplorável; visivelmente impressionado pergunta o
farmacêutico:
- Então compadre, o gato era bravo?
Ao que responde o desgraçado:
- Não compadre, até era manso, mas você havia de ver a trabalheira que foi
meter-lhe a água lá para dentro.
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