Há quem diga que os gatos não precisam de tomar banho. Dizem que os gatos se lavam a eles próprios com a língua. Dizem que os gatos têm uma enzima especial na saliva que funciona como um sabonete que limpa até os bocados de sujidade mais entranhados.
Passei a maior parte da minha vida a acreditar nisto tudo. Tal como todas as pessoas que acreditam nisto, pude constatar que os gatos não são assim tão "limpinhos", já que nos cantos da garagem cheirava a gato e o tapete da sala estava cheio de pelo de gato.
Chega a uma altura em que um homem tem de encarar a realidade: em que temos de fazer exactamente o contrário do que as outras pessoas pensam e dizer: "Este gato cheira a merda de porco ao Sol num dia quente no Alentejo."
Quando esse dia chegar à vossa casa, tal como chegou à minha, tenho alguns conselhos para vos dar quando pegarem no vosso felino debaixo do braço e o levarem para uma banheira:
Saibam que apesar do gato ter a vantagem de ser mais rápido e de não ter qualquer consideração pela vida dos humanos, nós teremos sempre a vantagem da força. Mentalizem-se que a escolha do campo de batalha é uma vantagem. Não tentem dar-lhe banho numa área aberta onde ele pode forçar-vos a persegui-lo. Escolham uma casa de banho bem pequenina. Se tiverem uma casa de banho grande, recomendo que entrem dentro da banheira com o gato e fechem as portas de correr, tal como se fossem tomar um banho. (Uma simples cortina de banho não serve. Um gato doido pode rasgar uma cortina com revestimento triplo mais rapidamente do que uma bala.)
Saibam que um gato tem garras e não hesitará a remover-nos toda a pele do nosso corpo. A nossa vantagem aqui é a de que somos mais espertos e sabemos como nos vestir para nos protegermos. Recomendo um fato de macaco enfiado numas botas de borracha altas, um par de luvas iguais às do talho (em ferro) e um capacete.
Estejam preparados para tudo antecipadamente. Não há tempo para ir buscar uma toalha quando temos um gato a escavar um buraco no nosso fato de macaco. Encham a banheira. Certifiquem-se de que a garrafa de champô está "à mão". Certifiquem-se também se a toalha está num lugar onde a possamos ir buscar, mesmo que estejamos deitados de costas dentro de água.
Usem o elemento de surpresa. Peguem no gato carinhosamente como se o fossem levar para lhe dar de comer. (Os gatos não vão estranhar a vossa vestimenta. Eles normalmente não estão muito interessados em moda.)
Uma vez dentro da casa de banho, a velocidade é o essencial para a sobrevivência. Num movimento rápido, fechem a porta da casa de banho, entrem na banheira, deslizem a porta até fechar, mergulhem o gato na água e esfreguem-no com champô. Acabámos de começar os mais selvagens 45 segundos das nossas vidas.
Os gatos não têm pegas. Adicionando o facto de estarem ensopados em champô, o problema aumenta radicalmente. Não esperem conseguir segurá-lo por mais de 2 ou 3 segundos de cada vez. Quando o tiverem na mão, não se esqueçam de lhe deitar mais um pouco de champô e de esfregar que nem doidos. Ele acabará por se soltar e cair na água, lavando o champô.
De seguida, o gato deverá ser seco. Quem dá banho a um gato pela primeira vez pensa sempre que esta será a parte mais difícil da tarefa, porque os humanos normalmente já estão completamente estafados nesta altura, enquanto que os gatos ainda só estão no começo. No entanto, a secagem é relativamente simples comparado com aquilo pelo que já passámos. Isto deve-se ao facto de nesta altura o gato estar semi-permanentemente fixo na nossa perna direita. Apenas temos de tirar a rolha da banheira com o pé, pegar na toalha e esperar. (Ocasionalmente, o gato poderá subir para cima do capacete. Se isto acontecer, o melhor a fazer é abanar a cabeça até ele se voltar a agarrar à perna.) Depois da banheira estar vazia, basta inclinarmo-nos e secar o gato.
Dentro de alguns dias o gato já estará relaxado o suficiente para ser removido da nossa perna. Normalmente não te dirá nada pelo menos durante 3 semanas e passará o tempo sentado de costas para ti.
Nesta altura assumes que ele estará zangado. Não é o que normalmente acontece. Ele está apenas a engendrar maneiras de derrubar as tuas defesas e lesionar-te de forma permanente para o resto da tua vida na próxima vez que decidires dar-lhe um banho.
Mas ao menos sabemos que ele cheira muito melhor.
PS: felizmente nada disto aconteceu (pelo menos comigo :)
As origens de muitas tradições que caracterizam as celebrações modernas do natal perdem-se nos tempos. No entanto, é possível identificar algumas raízes pagãs e romanas da festa católica do Natal.
Os povos primitivos tinham rituais marcados pelas estações do ano e em Dezembro era a altura do solstício de Inverno, ou seja, o período mais frio do ano chegava a meio e, a partir daí, os dias ficam maiores e mais quentes. Para comemorar essa data, era organizada uma grande festa que poderia durar vários meses. Os países nórdicos vieram acrescentar alguns traços importantes a essa celebração como a figura do Pai Natal, cujas origens remontam a esse período.
A influência dos romanos faz-se sentir através de outra celebração em honra do deus romano Saturno, cujas festas eram um dos pontos altos do ano. A bebida, a comida e os divertimentos abundantes caracterizavam este período em que os rigores do Inverno eram esquecidos por alguns dias.
A celebração religiosa do Natal só foi iniciada no século IV quando o Papa Júlio I levou a cabo um estudo exaustivo sobre a data de nascimento de Jesus Cristo e acabou por estabelecer oficialmente o dia 25 de Dezembro para as comemorações.
Posteriormente, outras celebrações que tinham por base rituais pagãos ou romanos foram adaptadas e transformadas para se inserirem no âmbito das comemorações cristãs.
Uma das tradições mais marcantes do natal é a Árvore de Natal. O culto da natureza dos tempos pagãos está sem dúvida na origem da celebração da árvore, embora esta só tenha sido adaptada oficialmente para as celebrações na Alemanha em 1539. Mais tarde, a árvore passou para todo o mundo, principalmente através dos casamentos celebrados entre famílias reais e que levaram a uma propagação do costume a outros países europeus e depois ao resto do mundo através da colonização.
O elemento religioso foi introduzido através da escolha de motivos piedosos para a decoração das árvores como as velas (atualmente luzes elétricas), os anjos e a estrela, que é costume colocar no topo e que representa a Estrela de Belém que terá guiado os Reis Magos. Na maioria dos países, a árvore utilizada é um abeto, uma árvore de folha perene que se mantém viçosa no Inverno, mas, em Portugal, o pinheiro é mais utilizado por ser mais vulgar no nosso tipo de clima.
O Pai Natal é uma figura importante em qualquer celebração de Natal e a sua origem é bastante antiga. Nos países nórdicos, era costume alguém vestir-se com peles e representar o "Inverno". Essa figura visitava as casas e ofereciam-lhe bebidas e comidas, pois acreditavam que se o tratassem bem a sorte iria abençoar a casa. Mais tarde, o Pai Natal, velhote, boêmio, alegre e robusto foi associado à figura de São Nicolau. Este bispo turco teve um percurso característico, tendo ajudado os pobres e as crianças, oferecendo-lhes presentes e dinheiro. A sua generosidade deu origem a lendas segundo as quais ele visitaria a casa das crianças no dia 6 de Dezembro para lhes deixar presentes.
Mais tarde, as duas figuras foram associadas, embora apenas no século XIX é que tenha surgido uma imagem definida do Pai Natal. O norte-americano Clement Moore escreveu um poema em 1822 intitulado «Uma Visita de São Nicolau» em que descrevia em pormenor a figura e, desde então, tem sido essa a imagem utilizada: um velhote gordinho e alegre, que se desloca num trenó puxado por oito renas e que entra em casa pela chaminé. Um aspecto curioso da figura é que a cor definitiva dos trajes do Pai Natal é bastante mais recente do que se imagina e tem uma origem pouco ortodoxa. Nos anos 30 do século XX, a Coca-Cola contratou um publicitário para criar a imagem da marca para a campanha de Inverno. Deste modo, as cores da empresa ficaram associadas para sempre à figura do Pai Natal, o encarnado e o branco.
Os presentes de Natal já se tornaram um ritual obrigatório. E embora sejam apontados motivos religiosos para a oferta de prendas, ela tem raízes mais antigas. Em Dezembro, estando já passada a primeira metade dos rigores do Inverno, a celebração era pontuada por um grande consumo de alimentos. Como cada agricultor tinha uma especialidade própria, surgiu a tradição de trocar produtos, de forma a que todos pudessem consumir alguma variedade. Os romanos reforçaram este hábito, aumentando o volume e valor das ofertas. Mais tarde, os
cristãos adaptaram este costume, simbolizando a oferta de presentes o altruísmo do ideal católico, patente nos presentes trazidos pelos Reis Magos ao Menino Jesus.
O presépio de Natal é uma tradição antiga, surgiu no século XIII, e ainda hoje se cumpre na maior parte dos lares. As primeiras imagens que representam a Natividade foram criadas em mosaicos no interior das igrejas e templos, remontando ao século VI. São Francisco começou a divulgar a idéia de criar figuras em barro que representassem o ambiente do nascimento de Jesus. O primeiro presépio foi construído por São Francisco em 1224, tendo sido celebrada uma missa que foi descrita como tendo um ambiente verdadeiramente divino. A partir dessa altura, a idéia foi-se propagando para os conventos e casas nobres, onde as representações se tornavam cada vez mais luxuosas.
Os cartões de Natal são outro dos aspectos importantes da quadra natalícia e foram criados há relativamente pouco tempo. Foi um inglês, Henry Cole, que foi responsável pela criação desta forma original de enviar votos de boas festas pelo correio. A inovação surgiu devido à substancial redução que os custos do envio de correio sofreram em meados do século XIX. Desta forma, era acessível a todos o envio das felicitações. Embora a tradição religiosa tivesse demorado algum tempo a habituar-se a este costume, ele é bastante popular hoje em dia.
Havia uma mulher corcunda magoada com o mundo, que vivia magoada com seu terrível calombo nas costas.
A mulher andava curvada, rastreando os cantos com seus olhos tristes, mal humorada, até que um dia encontrou um objeto mágico onde há séculos vivia um génio, que se materializou na sua frente oferecendo-lhe quatros pedidos por sua libertação.
A mulher fez o primeiro:
- Eu queria ter uma casa mais bonita do que a chata da Dona Maria, aquela mulher fofoqueira....
Zás!!! Apareceu-lhe uma casa maravilhosa.
Veio o segundo pedido.
- Eu queria ter um carro muito mais bonito, possante e moderno do que o infeliz do Seu Zé.
Zás!!!! Surgiu em sua frente um carro sensacional.
Assim fez o terceiro pedido:
- Eu queria ter mais jóias do que a Dona Joana, aquela intragável.
Zás!!! Apareceram-lhe jóias maravilhosas.
Foi a vez do quarto e último pedido:
- Agora, génio, eu quero que você realize meu último pedido:
- Que suma aquilo que trás as amarguras da minha vida, meu desgosto, meu maior defeito...
E Zás!!!!... de novo, Sumiu-lhe a língua....
Um negão com quipá (boina de judeu) na cabeça e vestindo a camisola do porto vai caminhando pela rua.
Um sujeito vê aquela figura estranha e, ao se aproximar, diz:
- Pô, meu irmão tu é crioulo, judeu e portista?! Porra, que azar, hein !!!
- E o negão responde:
"Usted no sabe lo peor..."
"ADEAMUS AD MONTEM FODERE PUTAS CUM PORRIBUS NOSTRUS"
Sabes o quer dizer esta frase? Não?
Aqui vai:
"VAMOS À MONTANHA PLANTAR BATATAS COM AS NOSSAS ENXADAS"
(O que é que estavas a pensar???!!)
On-Line:
Mal mandamos e a resposta já chega.
Off-Line:
Depois de um ano e oito meses a resposta vem... sem referência.
ADSL:
Aquele que pensa que todo mundo tem banda larga. Só manda e-mails enormes com animações em flash, vídeos, mp3, peg etc.
De bem com a vida:
Recebe numa boa e-mails e, sempre que possível, retribui enviando novidades e coisas interessantes.
Tarado:
Só manda sacanagem, incluindo animais e bizarro. Quase te mata de vergonha quando você abre o e-mail dele perto de alguém.
Vale a pena ver de novo:
Aquele que te manda aqueles e-mails que circulam na internet há mais de cinqüenta anos como se fosse a primeira vez. depois de seis meses, manda de novo.
Fox Mulder:
Acredita em todas as teorias conspiratórias e reenvia pra todo mundo. Ainda pede pra todos lerem com atenção.
Madre Teresa:
Vive mandando e-mails de pessoas com doenças, crianças desaparecidas, creches necessitadas etc.
Nem Aí:
Você manda dez e-mails e ele não te retribui nem com meio.
Bin Laden:
Só manda e-mail bomba: ou tem vírus ou não abre.
Telegrama:
Nao usa acento nem pontuacao
Morse:
Aq q so sb esc em cod.
Lá Vem Ele:
Aquele que lembra de te mandar e-mail só pra pedir alguma coisa.
Fanático:
Manda e-mail sobre um único assunto
Sem Noção:
Manda no mínimo 118 e-mails por dia. Pensa que você tem todo o tempo do mundo para lê-los.
Jack in the Box:
Encaminha o texto dentro de um anexo, que está dentro de um anexo, que está dentro de um anexo, que está dentro de um anexo, que está dentro de...
Criança não mente!
- Mamãe, eu tenho uma coisa pra te contar!!!
- Assim que a senhora saiu de casa, o papai foi pra cozinha agarrou a empregada, tirou a roupa dela e...
- Espera benzinho, não continua não, deixa para contar à noite na hora do jantar, pois teus avós jantarão conosco e você pode contar tudo o que viu o papai fazendo. NÃO ESQUEÇA! TÁ?!?!
À noite na hora do jantar, quando estão todos reunidos...
- E então filhinho, conta para todos o que você viu hoje quando a mamãe saiu de casa...
- Então mamãe, quando a senhora saiu, o papai foi pra cozinha, agarrou a empregada, tirou toda roupa dela... e fez aquilo tudo que o jardineiro faz com a senhora.....
Foi encontrada uma camisinha completamente desenrolada em cima do piano do convento.
A Madre Superiora reuniu as Freiras todas e perguntou quem havia feito tal coisa!!
Uma Freirinha humilde respondeu:
- Fui eu, Madre.
- Mas por que, irmã?
- Eu vinha pela rua e encontrei um pacotinho que parecia não ser de ninguém; trouxe comigo e ao abrir estava escrito:
"Abra,desenrole e coloque sobre o órgão."
- Como não temos órgão, coloquei sobre o piano!!!
DE ONDE ERAM ADÃO E EVA ? ? ?
Um alemão, um francês, um inglês e um português comentam sobre um quadro de Adão e Eva no Paraíso.
O alemão disse:
- Olhem que perfeiçao de corpos: ela esbelta e espigada, ele com este corpo atlético, os músculos perfilados... Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês reacionou:
- Nao acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras...ela tão feminina... ele tão masculino...
Sabem que em breve chegará a tentação... Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça, o inglês comenta:
- Que nada! Notem... a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais de contemplação, o português exclama:
Não concordo.
Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, só têm uma triste maçã para comer, não protestam, estão pensando em sacanagem e ainda pensam que estão no Paraíso.
Só podem ser PORTUGUESES!!!!
Estive a fazer um levantamento de todas as merdas que me enviaram pela Internet e observei como elas mudaram a minha vida:
Primeiro deixei de ir a bares e bailes com medo de me envolver com alguém ligado a alguma quadrilha de ladrões de órgãos e que me roubem as córneas, me arranquem os dois rins ou até mesmo esperma, deixando-me estiraçado dentro de uma banheira cheia de gelo com uma mensagem: "Chame o 112 ou morrerá".
Assim, deixei também de ir ao cinema com medo de sentar-me numa cadeira com uma seringa infectada com o vírus da SIDA.
Depois parei de atender ao telefone para evitar que me pedissem para digitar *9 e minha linha ser "clonada" e eu ter de pagar uma conta telefónica astronómica.
Acabei por dar o meu telemóvel porque me iriam presentear com um modelo mais novo da Ericson, que nunca chegou. Então tive de comprar outro mas abandonei-o num canto com medo que as microondas me provocassem cancro no cérebro.
Deixei de comer vários alimentos com medo dos estrógenos.
Parei de comer galinha e hambúrgueres porque eles não são mais que carne de monstros horríveis sem olhos, cabeludos e cultivados em laboratórios.
Deixei de ter relações sexuais por medo de comprar preservativos furados que me contagiem com alguma doença venérea.
Aproveitei e abandonei o hábito de beber qualquer coisa em lata para não morrer pela urina de rato.
Deixei de ir aos shoppings com medo que me raptem e me obriguem a gastar todos os limites do cartão de crédito ou coloquem alguém morto no porta bagagens do meu automóvel.
Eu também doei todas minhas poupanças à conta de Brian, um menino doente que estava a ponto de morrer umas 700 vezes no hospital.
Participei arduamente numa campanha contra a tortura de alguns ursos asiáticos aos quais iriam extrair a bílis, e contra o destruição da floresta amazónica.
Fiquei praticamente arruinado financeiramente por comprar todos os antivírus existentes para evitar que a maldita rã da Budweiser invadisse o meu computador ou que os teletubies se apoderassem do meu screensaver.
Deixei de beber e comer tantas coisas que quase morri desnutrido.
Cansei-me de esperar junto a minha caixa de correio os US$ 150.000 que a Microsoft e a AOL me mandariam na participação de rastreio de e-mails enviados.
Nem tão pouco chegou o telefone Ericson muito menos o bilhete para a Disneylândia.
Quis fazer o meu testamento e entrega-lo ao meu advogado para doar os meus bens para a instituição beneficente que recebe um centavo de dólar por cada pessoa que anota seu nome na corrente pela luta da independência das mulheres no Paquistão, mas não pude entregar porque tive medo de passar a língua sobre cola na borda do envelope e contaminar-me com as baratas incubadas nela, como me tinham avisado por e-mail.
Também não ganhei um milhão de dólares, um Porshe e nem fiz sexo com a Nicole Kidmann, que foram as três coisas que pedi como desejo quando recebi e encaminhei o Tantra Mágico enviado pelo Dalai Lama lá da Índia.
E como se não bastasse acabei por acreditar que tudo de mau e de injusto que me aconteceu foi porque quebrei todas as correntes ridículas que me enviaram acabei sendo amaldiçoado.
Resultado: ESTOU EM TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO.
NOTA IMPORTANTE: Se você não enviar esta mensagem a pelo menos 10 pessoas, nada te acontecerá. No entanto as merdas, mentiras e idiotices continuarão a infernizar a sua vida por falta de informação e esclarecimento.
Não se deixe influenciar por elas. Apague-as.
Preservemos a nossa sanidade mental...
P.S.: Fiquei também sem carro e sem carta porque deixei de parar nos sinais vermelhos, com medo que um amigável emigrante de leste, tocador de concertina, me assaltasse!!"
esquivo
do It. schivo
adj.,
intratável;
arisco;
rude;
insociável.
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